Gabriel dos Santos Ferreira  ·  CREFITO 421633-F

Fisioterapia Forense aplicada à
análise de causalidade,
funcionalidade e capacidade humana

no contexto jurídico-pericial.

O corpo humano tem lógica própria. Entender essa lógica e comunicá-la com clareza ao juízo é o que transforma análise biomecânica em argumento técnico real.

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Trabalhista · Previdenciário · Dano Corporal · Seguro

Causalidade exige análise.
Não apenas diagnóstico.

Um diagnóstico isolado não define incapacidade. Um exame de imagem isolado não define funcionalidade. E causalidade não é afirmação clínica: é resultado de análise biomecânica, funcional e metodológica rigorosa.

A Fisioterapia Forense parte da compreensão real do corpo humano: como ele se adapta, quanto suporta, o que o compromete funcionalmente e como isso se traduz em limitação concreta para o trabalho e para a vida. Essa leitura é o que diferencia uma conclusão pericial sólida de uma afirmação sem sustentação.

Quando a análise biomecânica está presente, o juízo recebe clareza. Quando está ausente ou é superficial, acordos, condenações e definições de incapacidade ficam expostos à fragilidade que uma análise técnica séria poderia ter evitado.

O que você recebe

Análise inicial e direcionamento técnico

  • Análise de causalidade conforme critérios biomecânicos e científicos validados
  • Avaliação da capacidade funcional e repercussão ocupacional
  • Identificação de falhas metodológicas e omissões no laudo pericial
  • Análise de consistência entre diagnóstico, imagem e função real
  • Parecer técnico estruturado e fundamentado
  • Orientação estratégica para sustentação da tese jurídica

"Diagnóstico não é causalidade. Imagem não é funcionalidade. Incapacidade exige análise biomecânica real, não afirmação clínica isolada."

Biomecânica Causalidade Capacidade Funcional Metodologia Pericial Análise Funcional CIF Repercussão Ocupacional Fundamentação Científica

Análise funcional e pericial em múltiplos contextos jurídicos.

A Fisioterapia Forense aplica-se a qualquer contexto em que funcionalidade, causalidade e capacidade humana sejam objeto de disputa jurídica.

Trabalhista

Assistência Técnica Trabalhista

Análise técnica de nexo causal, concausa e biomecânica ocupacional em ações trabalhistas. Auditoria metodológica de laudos periciais com aplicação dos critérios de Schilling, Penteado e NR-17.

Nexo Causal Biomecânica Ocupacional LER / DORT NR-17 Cronoanálise Perícia Judicial
Funcional

Avaliação de Capacidade Funcional

Análise objetiva da capacidade residual, tolerância biomecânica e repercussão ocupacional. Avaliação da funcionalidade real com instrumentos validados: goniometria, dinamometria e escalas funcionais.

Tolerância Biomecânica Incapacidade Laborativa Retorno ao Trabalho Capacidade Residual
Previdenciário

Previdenciário e INSS

Análise funcional e pericial em benefícios por incapacidade, auxílio-acidente e reabilitação profissional. Avaliação técnica da incapacidade laborativa com base em critérios objetivos e evidência científica.

Auxílio-Acidente B31 / B91 Reabilitação Profissional CAT
Dano Corporal

Seguro e Dano Corporal

Análise de sequelas funcionais, invalidez parcial e repercussão funcional em casos de dano corporal. Aplicação das tabelas SUSEP/DPVAT com avaliação objetiva da disfunção e impacto na capacidade.

Sequelas Funcionais Invalidez Parcial DPVAT SUSEP

Onde o laudo pericial
deixa de refletir a realidade funcional

01

Nexo estabelecido sem critério biomecânico

Causalidade que ignora a relação entre demanda ocupacional e tolerância do tecido. Afirmação clínica sem análise de plausibilidade biomecânica não representa a realidade funcional do corpo.

02

Imagem interpretada como função

Achados de ressonância ou raio-x tratados como equivalentes de incapacidade. Estrutura anatômica e função real não são a mesma coisa. Essa diferença muda o que o laudo precisa demonstrar.

03

Demanda ocupacional sem mensuração

Doença ocupacional analisada sem cronoanálise de ciclo, repetitividade ou força. Sem esses dados, a relação entre atividade e lesão permanece presumida, não demonstrada.

04

Fundamentação que não sustenta a conclusão

Literatura biomecânica citada em sentido diferente do que a conclusão pericial afirma. A coerência interna do raciocínio é o que sustenta o laudo quando questionado tecnicamente.

05

Incapacidade sem dado funcional objetivo

Avaliação de capacidade laborativa sem goniometria, dinamometria ou escala validada. Sem mensuração objetiva, a conclusão sobre o que o trabalhador consegue ou não realizar fica sem base verificável.

06

Análise que desconsidera contexto ocupacional real

Incapacidade avaliada sem qualificar atividades, participação e contexto de trabalho conforme a CIF. A limitação funcional só tem sentido quando compreendida em relação à função que o trabalho exige.

Como a análise técnica
é conduzida na prática

01

Análise Documental Estruturada

Mapeamento de pontos críticos, lacunas técnicas e omissões metodológicas nos autos antes de qualquer manifestação técnica.

02

Análise de Causalidade e Concausa

Aplicação dos critérios de Schilling e Penteado para avaliação rigorosa da plausibilidade causal e identificação de fatores concausais.

03

Avaliação de Capacidade Funcional

Análise objetiva da tolerância biomecânica e funcionalidade real com instrumentos validados, distinguindo disfunção estrutural de incapacidade funcional.

04

Auditoria Metodológica do Laudo

Identificação de contradições internas, ausência de cronoanálise, violações de NR-17 e inconsistências entre fundamentação e conclusão pericial.

05

Parecer Técnico Fundamentado

Documento que sustenta a tese com base em biomecânica, literatura científica e critérios metodológicos, traduzido para linguagem objetiva ao magistrado.

06

Quesitos e Suporte em Perícia

Construção de quesitos que forçam fundamentação científica rigorosa e acompanhamento técnico durante o ato pericial.

A análise técnica serve ao processo.
Não apenas à parte.

O magistrado precisa de clareza, lógica e confiabilidade. Não de terminologia técnica impenetrável. Por isso, cada análise pericial é acompanhada de tradução objetiva: os elementos biomecânicos e funcionais organizados em linguagem direta, orientada ao convencimento e à formação de convicção judicial.

Clareza

Argumentos técnicos traduzidos em linguagem acessível ao juízo

Coerência

Fundamentação que conecta biomecânica à consequência jurídica real

Consistência

Análise que reduz subjetividade e fortalece a prova técnica no processo

Como funciona

1

Você Envia

Laudo, autos, exames, cronoanálise e quesitos encaminhados via WhatsApp.

2

Análise Técnica

Leitura funcional e biomecânica do caso: causalidade, capacidade, consistência do raciocínio pericial.

3

Retorno

Parecer escrito fundamentado, com orientação clara sobre o que o processo precisa para sustentar a tese.

Gabriel dos Santos Ferreira
Biomecânica · Análise Funcional · Causalidade · Forense

Gabriel dos Santos Ferreira

Fisioterapeuta Forense · Assistente Técnico Judicial

CREFITO 421633-F · Graduação em Fisioterapia pela PUC Minas Poços de Caldas · Pós-graduação em Ortopedia e Traumatologia · Fisioterapia Forense e Perícia Judicial pela Dra. Karina Kelly · Poços de Caldas/MG

A atuação parte de um princípio claro: incapacidade não pode ser presumida por diagnóstico ou imagem. Ela exige correlação entre demanda ocupacional, comportamento biomecânico, tolerância tecidual e função real, analisados com critério e não com presunção.

Com base em ortopedia e traumatologia e aperfeiçoamento em Fisioterapia Forense pela Dra. Karina Kelly, a análise integra biomecânica, CIF, critérios de Schilling e Penteado e NR-17. O objetivo é traduzir a complexidade do corpo humano em linguagem que o processo jurídico consegue usar.

Se o processo envolve discussão de capacidade funcional, nexo causal ou incapacidade laborativa, a análise biomecânica precisa estar presente e precisa ser compreensível ao juízo. Essa é a diferença entre prova técnica sólida e afirmação pericial sem sustentação.

Análise

Auditoria técnica fundamentada

Parecer

Documento estruturado e científico

Orientação

Direcionamento estratégico da tese

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